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Desenvolvimento do Entorno descontrairá pressão sobre Brasília

Fábrica de reciclagem vidro pode gerar emprego, renda e limpeza do meio ambiente
20/04/2018
FONTE: Internet

A Câmara Técnica das Regiões Metropolitanas do Eixo Brasília-Goiânia Ride, que tem quatro gestores –dois de Brasília e dois de Goiânia- está estudando a viabilidade de transformar a cidade de Santo Antônio do Descoberto num polo de desenvolvimento e distribuição de produtos para Brasília, Goiânia e Norte do País, além de atrair investimentos para a construção de uma fábrica de aproveitamento do vidro, abundantemente desperdiçado ou destruído no DF.
                Para Afonso Assad, um dos gestores da CT, quanto à logística de distribuição, envolve mais discussões com a Câmara de Logística, para compatibilizar o Porto Seco sediado no Polo JK com o provável novo setor de distribuição na cidade do Entorno. Quanto a construção da fábrica de vidro, Assad aponta números importantes que indicam a viabilidade do negócio: Brasília perde por mês pelo menos 500 toneladas do produto; Goiás, Tocantins, Mato Grosso e alguns estados do Norte, provavelmente quantidades enormes, garantindo o volume necessário ao empreendimento.
                Hoje, só em São Paulo existe fábrica de reaproveitamento do vidro. Uma unidade na área do eixo Brasília-Goiânia pode ser indutora de novos empreendimentos, em Santo Antônio e outras cidades que fazem parte do programa de desenvolvimento da Ride em estudo pelo Codese. A prefeitura de Santo Antônio do Descoberto, interessada no projeto, está estudando formas de incentivar a criação de um polo para atrair os investimentos.
                Completamente reaproveitável, o vidro no Distrito Federal é considerado rejeito. Não há empresas na capital que reciclem as peças. As cooperativas e o governo dizem ser um serviço inviável.  Acabam aterrados junto com outros materiais. Somente uma associação tenta manter os objetos fora da natureza, apesar do prejuízo, e não se sabe por quanto tempo conseguirá exportar os resíduos para outros estados. Enquanto isso, iniciativas tentam reduzir o desperdício.
           O vidro precisa de quatro mil anos para se decompor e são necessários milhares de quilos de areia para ser produzido. Em contrapartida, é um material 100% reciclável e gasta menos energia e água no processo, além de emitir uma quantidade reduzida de poluentes. Em um mundo ideal, todo o conteúdo seria reaproveitado. E, poucos sabem, o vidro não aproveitado pode ser transformado em areia que pode ser usada na construção civil.
Estes e outros projetos de desenvolvimento do Entorno estão sendo estudados, como ações como a solução para o lixo e o saneamento básico, abrangendo todos os municípios da região, após           a identificação das características de cada região. 

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