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Os desafios para o futuro da juventude no DF

Educação, esporte e cultura formam o homem de amanhã
01/08/2018
FONTE: Internet

O DF enfrenta vários graves desafios praticamente em todas as áreas que impactam o cotidiano da população. Em um, porém, ele é mais preocupante: como garantir qualidade de vida para as novas gerações? Se providências não forem tomadas a sério e a curto prazo, perpetua-se um círculo perverso e impossível de ser interrompido: garantir uma infância saudável, que, segundo as evidências científicas, é o único alicerce incorruptível da cidadania. 
As Câmaras Técnicas do Codese – saúde, educação, esporte e cultura- interligadas no mesmo objetivo, apontam no documento “o Df que a gente quer”, que será apresentado aos candidatos ao GDF, uma série de sugestões para tornar a vida do cidadão, desde a infância, o mais agradável e segura possível. O documento será levado para conhecimento e legitimação da sociedade, sábado (dia 4), no auditório do Museu da República, quando as pessoas poderão interagir com os gestores e membros das Câmaras Técnicas e fazer sugestões.
Educação
Para a professora Eda Coutinho, gestora da CT de Educação, os desafios da educação básica são gigantescos, começando com a formação dos professores, pois a qualidade do ensino está intrinsicamente ligada sua à valorização. As estatísticas demonstram que, nos anos iniciais do ensino fundamental, apenas 58,3% dos professores de matemática e 65,5% de português tem adequada formação. Não existe qualquer possibilidade de melhoria da qualidade do ensino sem um esforço concentrado na formação e qualificação dos nossos professores, adverte.
Ultrapassando este período, é preciso estimular a formação profissional dos jovens durante o ensino médio, dando-lhes dimensão profissionalizante e prática, contribuindo para reduzir a evasão escolar. A integração efetivada do ensino médio com o técnico, estabelecido a partir da base comum do eixo tecnológico irá contribuir decisivamente para a tornar o ensino médio mais atraente. Brasília, segundo a professora Eda, pode e deve ser um grande exemplo de oferta de cursos técnicos de qualidade, beneficiando a sua população jovem, reduzindo o desemprego e com o aumento de produtividade de nossos setores produtivos.
Esporte
 A prática esportiva é o melhor caminho para dar oportunidades a todos de terem uma vida mais sadia e uma cultura de prevenção dos desvios dos jovens nos tempos atuais. Mas, sua eficácia exige que esta prática seja integrada à saúde, educação e à cultura, gerando oportunidades de transformação e formação de novas gerações sadias – física e eticamente. Para Ricardo Vidal de Oliveira, diretor executivo do Instituto Joaquim Cruz (que já assistiu a mais de 12 mil jovens em Brasília) e gestor da Câmara Técnica de Esporte, as políticas públicas precisam ter um direcionamento mais objetivo nesta direção.
Entre as várias propostas do Codese, essas políticas, se bem orientadas e implantadas - com a participação efetiva da população, podem garantir que a prática do esporte seja impactante na melhoria e desempenho escolar, na segurança e, principalmente na saúde, em todas as camadas sociais que almejam melhores condições de vida.
O “Clube dos DescalSOS”, que trabalha com jovens de 10 a 17 anos no Recanto das Emas, é um exemplo de como o esporte pode fazer com que jovens se tornem cidadãos e medalhistas.  O clube começou operando na terra batida, formando atletas. Com a ajuda de Joaquim Cruz, nosso medalhista olímpico, ganhou tênis usados e forjou uma leva de jovens talentos. Hoje diz seu criador Manuel Evaristo, temos uma área de treinamento mais condizente e apoio da Caixa Econômica. Este e outros exemplos demonstram que, apoiados, esses projetos que nascem da vontade de alguns poucos e das necessidades da juventude nas comunidades carentes, podem ter dividendos imensuráveis na formação da cidadania.
Cultura
O maior e o mais importante símbolo da cultura brasiliense, o teatro Nacional, está fechado há mais de quatro anos, e as cidades satélites – palco de manifestações culturais das mais diversificadas, não têm espaço para valorizar suas artes. Mesmo sabendo das dificuldades para propor soluções para as políticas públicas no DF, a CT da Cultura acredita que s[o a força da população pode impulsionar um novo surto criativo da cidade.
A transformação social da juventude da periferia vai acontecer a partir da ocupação dos espaços públicos para a prática de atividades saudáveis e lúdicas, das manifestações artísticas, da cultura urbana, música, dança, esporte, educação, comunicação comunitária e empreendedorismo social. Para o criador do Rede Urbana de Ações Sociais e gestor da Câmara Técnica de Cultura, Antônio de Pádua, a falta de recursos impedimentos para a criação dos centros culturais no DF. Para ele só existe uma saída, a Parceria Público Privada, que será um dos temas apresentados no documento aos candidatos ao GDF.
A cultura é um vetor de transformação social para os jovens da periferia. A prova disto é que, através das oficinas de formação para o mercado da cultura, dezenas de jovens se organizam em coletivos ou de forma autônoma para atuar no mercado cultura de Brasília, que, apesar de tudo, é um dos mais vibrantes do pais, salienta Pádua.


 

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